A medula óssea é um tecido de consistência mole que preenche o interior dos ossos longos e as cavidades esponjosas de ossos, como por exemplo os da bacia. É nesse tecido que existem células progenitoras, ou seja, com capacidade para se diferenciarem e dar origem a qualquer célula do sangue periférico. São as chamadas stem cell ou células progenitoras/estaminais, em Português. Estas células renovam-se frequentemente, mantendo um número relativamente constante.
O transplante de medula óssea é um tratamento que tem como intenção substituir uma medula óssea doente, deficitária, por células saudáveis. O transplante pode ser classificado por autólogo, quando a medula ou as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado (receptor), ou alo transplante, sendo a medula proveniente de um dador compatível, tendo esta de ser tão idêntica quanto possível no que respeita aos marcadores ou antigénios HLA (antigénios de leucócitos humanos).
Apesar de se falar de transplante de medula óssea, de facto o que se faz é uma reinfusão ou transfusão no doente de células progenitoras retiradas da medula do dador. Estas células saudáveis vão substituir as células doentes e são responsáveis pela formação de novas células saudáveis. Mas para que o transplante tenha sucesso, essas células devem ser o mais possível compatíveis com as células do doente.
Para o enfermeiro, este procedimento tem ser acompanhado por algumas medidas de prevenção e controlo de sintomas peri e pós transplante. É estritamente necessário que o utente esteja monitorizado, de maneira a ser facilmente despistada alguma reacção adversa ao próprio transplante. Acompanhado do apoio necessário caso seja preciso intervir! No entanto, o papel do enfermeiro não se finda por aqui. Cabe também ao enfermeiro preparar o utente para este tratamento, pois a pessoa que irá ser transplantada regra geral apresenta ansiedade e medos inerentes ao transplante! Não nos podemos esquecer que para o utente este é um passo importante para a sua liberdade, algo que pode devolver-lhe a sua vida! Nos dias que antecedem o transplante, é necessário que haja um acompanhamento mais de perto da pessoa a transplantar! Ouvir os medos, as expectativas e esclarecer as dúvidas deste utente é uma medida que não pode ser descurada.
O utente tem de ser visto no sentido holístico, não podemos descurar nenhuma das partes!
O transplante de medula óssea é um tratamento que tem como intenção substituir uma medula óssea doente, deficitária, por células saudáveis. O transplante pode ser classificado por autólogo, quando a medula ou as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado (receptor), ou alo transplante, sendo a medula proveniente de um dador compatível, tendo esta de ser tão idêntica quanto possível no que respeita aos marcadores ou antigénios HLA (antigénios de leucócitos humanos).
Apesar de se falar de transplante de medula óssea, de facto o que se faz é uma reinfusão ou transfusão no doente de células progenitoras retiradas da medula do dador. Estas células saudáveis vão substituir as células doentes e são responsáveis pela formação de novas células saudáveis. Mas para que o transplante tenha sucesso, essas células devem ser o mais possível compatíveis com as células do doente.
Para o enfermeiro, este procedimento tem ser acompanhado por algumas medidas de prevenção e controlo de sintomas peri e pós transplante. É estritamente necessário que o utente esteja monitorizado, de maneira a ser facilmente despistada alguma reacção adversa ao próprio transplante. Acompanhado do apoio necessário caso seja preciso intervir! No entanto, o papel do enfermeiro não se finda por aqui. Cabe também ao enfermeiro preparar o utente para este tratamento, pois a pessoa que irá ser transplantada regra geral apresenta ansiedade e medos inerentes ao transplante! Não nos podemos esquecer que para o utente este é um passo importante para a sua liberdade, algo que pode devolver-lhe a sua vida! Nos dias que antecedem o transplante, é necessário que haja um acompanhamento mais de perto da pessoa a transplantar! Ouvir os medos, as expectativas e esclarecer as dúvidas deste utente é uma medida que não pode ser descurada.
O utente tem de ser visto no sentido holístico, não podemos descurar nenhuma das partes!

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